Onde pisaram meus pés?
Onde minhas pernas me
levaram?
Em meio aos meus
erros dormi
Sono pesado, sono sem
paz.
Na angustia do meu
sono sofri
E quanto mais doía
mais eu dormia
O sono não me
permitiu Te conhecer
Ouvindo o som da paz
não o entedia
O Príncipe falava e
eu dormia
Na escuridão a Luz
não me esqueceu
Os meus erros me
faziam encobrir o rosto
Parecia muito frio lá
fora
Enquanto o lençol do
pecado me deixava quente
Quente e com sono,
sono sem paz.
Mas os raios da
Estrela da manhã entraram pela janela
A luz me fez ver as
correntes
As correntes do sono,
sono do pecado.
Agora acordado cheio
de vergonha
Vergonha de onde
estou
Vergonha dos meus
pecados
Vergonha do que sou
Sujo e fedendo ao
pecado
Cheio de defeitos e
mesmo assim ele sorriu
Como pode aquela
roupa inexplicavelmente limpa
Agora me apertar em
um abraço
Ele me limpou
Sendo eu desprezível
Ele me amou
Tirando-me as
correntes
A Luz me mostrou o
Caminho
E o Príncipe me deu
da sua paz
E agora já consigo
ouvi sua voz
Ele nunca desistiu de mim.

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